Rituais e Ocultismo

sexta-feira, 9 de agosto de 2013



INCONSCIENTE COLETIVO
  

Jung descreveu dois da mente inconsciente. 
Um pouco abaixo da consciência estaria o "inconsciente pessoal", contendo as lembranças, os impulsos, os desejos, as percepções indistintas e outras experiências da vida do indivíduo suprimidas ou esquecidas.

O inconsciente pessoal não é muito profundo e os incidentes ali armazenados podem facilmente traduzidos para o nível consciente.

As experiências do inconsciente pessoal são agrupadas em complexos, ou seja, em padrões de emoções e de lembranças com temas comuns.

O indivíduo manifesta um complexo devido à preocupação com alguma idéia (com a inferioridade ou a superioridade) que, por sua vez, influencia o comportamento. Portanto, o complexo consiste basicamente em personalidade menor dentro da personalidade total.

Em um nível abaixo do inconsciente pessoal estaria o "inconsciente coletivo", desconhecido para o indivíduo.

Nele estariam armazenadas as experiências acumuladas das gerações anteriores, inclusive dos nossos ancestrais animais.

Essas experiências universais e evolutivas formam a base da personalidade.

Todavia observe que as experiências contidas no inconsciente coletivo são inconscientes.

O indivíduo não está ciente delas nem se lembra ou as tem em imagens, assim como ocorre com as experiências contidas no inconsciente pessoal.

Inconsciente pessoal: local onde se armazena o que em algum momento foi consciente, mas que foi esquecido ou suprimido.

Inconsciente coletivo: nível mais profundo da psique que contém as experiências herdadas das espécies humanas e pré-humanas.

As tendências herdadas, armazenadas dentro do inconsciente coletivo, são denominadas "arquétipos" e consistem em determinantes inatos da vida mental, que levam indivíduo a comportar-se de modo semelhante aos ancestrais que enfrentaram situações similares.

A experiência do arquétipo normalmente se concretiza na forma de emoções associadas aos acontecimentos importantes da vida, tais como o nascimento, a adolescência, o casamento e a morte, ou as reações diante de um perigo externo.

Jung referia-se aos arquétipos como as "divindades" do inconsciente (Noll, 1997).






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