Rituais e Ocultismo

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Profecias

A PROFECIA DOS PAPAS DA MONJA DE DRESDEN

A chamada Monja de Dresden, foi uma religiosa católica que viveu por volta de 1680 à 1706, num convento de Dresden na Alemanha. 


O Espírito Santo lhe concedeu o dom da profecia. 
Ela foi capaz de prever a própria morte.Teve várias visões que deixou em muitas mensagens proféticas.
O texto abaixo diz respeito ao Papado do Papa Clemente XI em 1703. A profecia DA Monja de Dresden referente aos papas, vai do Papa Leão XIII, até o atual Papa Francisco, e faz parte de uma carta que ela enviou em 1703 ao, então, papa Clemente XI:

À Clemente XI, Vigário na Terra de Nosso Senhor:
Jesus, nosso Salvador, quis
um novo Francisco

(Clemente XI, cujo nome era Giovanni "Francesco" (Francisco) Albani)
à sua mesa, porque toda Igreja necessitava ser lavada e purificada; faz ó novo Pastor, com que a tua tiara seja a pobreza e o manto a humildade.
Não estenda jamais a mão para a mão que tenha maldade. O teu papado será santo e terá o número invertido dos apóstolos (12 ao contrário: alusão aos 21 anos de duração do papado de Clemente XI), e depois de ti descerá do Céu aquele bendito
(Papa Inocêncio XIII, que sucedeu Clemente XI 
que selará os tempos e continuará a semeadura. E depois haverá o anjo que encontrará Jesus na terra dos lírios (Papa Bento XIII, que sucedeu Inocêncio XIII), enquanto o lírio morrerá miseravelmente no meio das águas. 
Mas, o último carro (Papado) será o mais pesado, será puxado pelos cavalos do Apocalipse aos pares e atingirá a montanha onde estarão a esperá-los os três anjos da guarda do Vale de Josafá (Vale de Cedron, próximo a Jerusalém. 
Os 3 Anjos do Vale de Josafá são os 3 últimos Papas: João Paulo II, Bento XVI e o Papa Francisco), a esses anjos serão entregues as chaves de Pedro. Assim será fechada para sempre a casa milenar, sobre a qual triunfará o justo (Jesus Cristo) que sobre o calvário derramou seu sangue preciosíssimo.

Vejo os cavalos do último carro e o cocheiro que já enlouqueceu. Vejo os cavalos, um por um e o lugar deles é o seguinte:

Cavalo branco com o sinal do leão (Leão XIII)
Cavalo preto com o sinal da piedade (Pio X)
Cavalo amarelo com o sinal da benção (Bento XV)
Cavalo vermelho com o sinal da piedade (Pio XI)
Cavalo amarelo com o sinal da piedade (Pio XII)
Cavalo vermelho com o sinal do precursor (João XXIII)
Cavalo preto com o sinal de Benjamin (Paulo VI)
Cavalo branco com o sinal da piedade (João Paulo I)

Anjo Meste de Josafá com o sinal dos Doze (João Paulo II)
Anjo Guia de Josafá com o sinal da Glória (Bento XVI)
Anjo da Piedade com o sinal do Martírio (Francisco)

É o que viram os meus olhos e a voz do Vale de Cedron revelou-me coisas terríveis.

A idade do Nosso Salvador (Jesus Cristo) se fechará sobre a Terra no fim do nosso milênio (no fim dos 2000 anos da morte de Jesus Cristo), depois haverá o milênio do Êxtase do Espírito Santo
(O Reino dos mil anos de Cristo, após se completar os 2000 anos da morte de Jesus, conforme nos revelou o profeta João em Apocalipse)

Três são os últimos anos do pântano: 1914 (início da primeira guerra mundial), 1942 (ápice da segunda guerra mundial) e 1981 (ano do grave atentado cometido contra a vida do Papa João Paulo II, em 13 de maio de 1981, na praça de São Pedro em Roma).

Três são as chagas (Três Guerras Mundiais) que ensanguentarão a Terra e a última (a Terceira Guerra Mundial) ensanguentará as vestes do Sumo Pontífice (O Papa Francisco).


A PROFECIA DA MONJA DE DRESDEN, SOBRE OS ÚLTIMOS 3 PAPAS:
(religiosa alemã que viveu de 1683 a 1709)

1) Anjo Mestre de Josafá, com o sinal dos Doze:
"O primeiro Anjo de Josafá aparecerá em Roma após um terremoto pavoroso e será aprisionado."
- Foi o Papa João Paulo II (1978-2005), que apareceu em Roma após o terremoto pavoroso que foi a morte de seu co-antecessor, o Papa Paulo VI e a súbita morte súbita de seu antecessor, o Papa João Paulo I,que ficou apenas 33 dias no Papado  depois de eleito. 
João Paulo II foi aprisionado física e espiritualmente por mais de 27 anos, até a sua sofrida morte, dentro dos muros do Vaticano. Foi canonizado São João Paulo II pelo seu sucessor, o Papa Bento XVI.

O sinal dos Doze, é referência aos doze apóstolos de Jesus, e alude ao seu proeminente apostolado, além do que, seu nome papal tem a junção dos nomes de dois grandes apóstolos de Jesus: João e Paulo.

Haverá carnificina na corte (Papado) e a carnificina dos cortesão (Bispos e Cardeais), porque irmãos falsos entrarão na Terra com as foices e ceifarão a verdade, Judas (traidor) estará entre eles e portará as insígnias (Brasão com a Cruz e as Chaves de Pedro) de Pedro (São Pedro), assim me disse a voz.
É o que viram os meus olhos. E a voz do vale de Cedron revelou-me coisas terríveis." (Monja de Dresden).

2) Anjo Guia de Josafá, com o sinal da glória:
"O segundo Anjo de Josafá chegará a Roma para ser trucidado. E o ouro, os poderes e as vestes de César serão dispersados."
- É o Papa Emérito Bento XVI (2005-2013), que não morreu, mas, renunciou ao Papado em 28 de fevereiro de 2013, continuando como Papa Emérito. Portanto, a frase final da profecia da Monja de Dresden para esse Papa:
"chegará a Roma para ser trucidado", ainda está por se cumprir. Lembrando que o Papa Emérito Bento XVI, continuará morando no Vaticano (na casa Santa Marta) e continuará vestindo-se de branco e continuará sendo chamado de Papa.

Quanto ao restante da frase que diz: "E o ouro, os poderes e as vestes de César serão dispersados", diz respeito à dispersão e ao fim, tanto das riquezas(ouro) quanto dos poderes do Papa (comparado à César - Rei de Roma) ou Rei em Roma.

- Significado de trucidado: Matar barbaramente ou com crueldade. Degolar. Sinônimos de Trucidado: assassinado, chacinado, fuzilado, massacrado, morto. Trucidar no sentido figurado, é causar o fim de; exterminar, destruir, esmagar (No caso aqui, isso se aplica ao Papa Bento XVI, cujo destino ainda não foi cumprido).

- O Sinal da Glória é o mesmo a que aludiu São Malaquias em sua célebre profecia dos Papas, que ao Papa Bento XVI foi atribuída o lema em Latim: De Glória Olivae ou Da Glória da Oliveira, que é não só uma referência a Ordem de São Bento ou Ordem Olivetana, como também uma alusão a futura Glória que a Igreja desfrutará na Terra Santa, em Jerusalém, pois, Israel e Jerusalém é chamada de a Glória da Oliveira do Senhor.

Coincidência ou não, mas, o fato é que, curiosamente, o dia e o mês do nascimento de Josef Alois Ratzinger, o Papa Bento XVI, foi em 16 de abril, o mesmo dia do mês em que é comemorado o dia da festa de São Benedito ou São Bento.


O PAPA PIO X  PROFETIZOU A FUGA E A MORTE DO PAPA BENTO XVI DE ROMA E DO VATICANO

Uma pesquisa mais apurada sobre as visões do Papa Pio X, revela-nos uma interpretação mais acertada acerca dessa tão reveladora profecia:

O Papa Pio X teve uma aterrorizante visão onde viu um sucessor seu com o mesmo nome (Giuseppe ou José) voando sobre Roma, acima dos corpos de padres mortos e perto do fim dos tempos.

A Visão de Pio X:

"O que vi foi aterrorizante!, Será ele único, ou será um sucessor?, O que é certo é que o Papa deixará Roma e, deixando o Vaticano, deverá passar sobre os cadáveres de seus padres!, Não digam nada disso para ninguém enquanto eu estiver vivo."

Numa segunda visão, durante uma audiência com a ordem Franciscana em 1909, o Papa Pio X pareceu ter entrado em transe. Depois de alguns momentos, ele abriu seus olhos e se levantou anunciando:

"Vi um de meus sucessores, de mesmo nome (Giuseppe ou José), que voava sobre os cadáveres de seus irmãos. Ele se refugiará em algum lugar secreto; mas depois de um breve descanso, sofrerá uma morte cruel. O respeito a Deus desapareceu dos corações humanos. Eles até mesmo desejam apagar a memória de Deus. Essa perversidade nada mais é do que o início dos últimos dias do mundo."

O Papa da visão de Pio X, é sem sombra de dúvidas, o Papa Emérito Bento XVI, que renunciou em 28 de fevereiro de 2013 e, à partir dessa data, passou a viver na residência de verão de Castel Gandolfo, que fica à 30 km do Vaticano. Bento XVI deve ficar lá por 2 meses (Até o fim de Abril de 2013), quando então, voltará para dentro dos muros do Vaticano, para ficar recluso (enclausurado) na residência chamada Santa Marta.

O que identifica o Papa Bento XVI, como um dos sucessores de mesmo nome, que viu o Papa Pio X, cujo nome de batismo era Giuseppe (José em italiano), é que o Papa Bento XVI, também chama-se José (Joseph em alemão), ou seja, o Papa Bento XVI tem o mesmo nome do Papa Pio X.

Um outro detalhe importante da visão de Pio X, é quando ele diz que viu esse Papa voando sobre os cadáveres de seus irmãos, o que, obviamente quer dizer que o Papa Pio X viu o Papa Emérito Bento XVI, literalmente voando por sobre o Vaticano de Helicóptero (no Papacóptero branco), onde lá de cima, avistava os cadáveres de seus irmãos padres, bispos e cardeais mortos em Roma, no Vaticano e na praça de São Pedro em Roma.

A parte final dessa terrível visão de Pio X sobre o Papa Bento XVI, é o trágico destino que o espera depois da sua fuga do Vaticano: uma Morte cruel.


3) Anjo da Piedade, com o sinal do Martírio:


"É o que viram os meus olhos. E a voz do vale de Cedron revelou-me coisas terríveis."

- É o atual Papa Francisco, eleito em 13 de março de 2013.
- O Vale do Cedron é um vale próximo de Jerusalém, que alude ao Vale de Josafá ou Josaphat, que em hebraico significa: 
"O Vale onde Deus vai Julgar, o Vale do Julgamento ou Vale do Juízo de Deus".
- Bento XVI é o Papa que guiará (Conduzirá) a Igreja e o seu sucessor, o Papa Francisco, até o Vale do Juízo ou Vale de Josafá, em Jerusalém, para o Grande Julgamento de Deus, pois, Bento XVI é aquele que coroará a Igreja com a Glória da Oliveira, a Glória de Israel em Jerusalém.
- Significado de Martírio:

Morte, tormentos sofridos pela fé.

Grande dor física.

Grande sofrimento moral.

Aflição, agonia, angústia, aperto, apertura, tormento, tortura e tribulação.
- O Sinal do Martírio, tem haver com a frase e com o nome em latim "Petrus Romanus", que São Malaquias em sua profecia sobre os papas, deu para esse último Papa (Francisco), que remete ao martírio sofrido pelo Apóstolo Pedro(São Pedro), que foi torturado e crucificado até a morte.

- O Cardeal Argentino Mário Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, que adotou o nome papal de Francisco, pertence a Companhia de Jesus(conhecida como Jesuítas), fez voto de pobreza, anda de transporte coletivo e cozinha suas próprias refeições, sendo um homem extremamente humilde e simples.

O Monge de Pádua, fez a seguinte profecia a respeito do Papa Francisco:

"Ele chegará a Roma de uma terra distante para encontrar tribulação e morte"

Agora já sabemos que o Papa Francisco veio mesmo de uma terra distante (da Argentina, do extremo sul da América do Sul):

"Os Cardeais do Conclave foram buscar um Papa no fim do mundo", como disse o próprio Papa Francisco em seu discurso de apresentação ao povo na praça de São Pedro em Roma no dia 13 de março de 2013.

Mas, o final da profecia do Monge de Pádua acima, também prevê a morte do Papa Francisco depois de muita tribulação.

Agora ficou também, muito claro e objetivo, o que São Malaquias quis nos dizer em sua última profecia relativa ao sucessor do Papa Bento XVI.

Disse São Malaquias a respeito do sucessor do Papa Bento XVI: 
“Na extrema perseguição da Igreja Romana sentará (no Sólio, isto é na Cátedra ou Cadeira Pontifícia de São Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas entre múltiplas tribulações: as quais transcorridas, a cidade das sete colinas (Roma) será destruída e o Juiz tremendo (Deus) julgará o povo e então será o Fim.”

O Monge de Pádua completou a frase de São Malaquias, dizendo:

“Na suprema desolação do mundo, reinará Pedro Romano, último Pontífice de Deus verdadeiro. Roma criminosa será destruída e o Juiz tremendo julgará, triunfante, todos os povos.”

 O Papa Francisco escolheu o nome papal Francisco em homenagem à São Francisco de Assis, que é o Padroeiro da Itália.

 Mas, o que quase ninguém sabe, é que São Francisco não se chamava Francisco. Seu nome verdadeiro era
Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis.

"Giovanni di "Pietro" di Bernardone"

Em "Pietro", o segundo nome de São Francisco de Assis, está a estreita relação com a divisa em latim "Petrus Romanus" que está embutida na última e extensa frase em latim da profecia de São Malaquias, pois, todas as outras legendas dos Papas anteriores, só puderam ser relacionadas com os respectivos nomes Papais, depois desses terem sido eleitos, e com o Papa Francisco não poderia ter sido diferente, pois, o Papa Francisco escolheu esse nome, com certeza, sem atentar para o fato de o nome verdadeiro de São Francisco de Assis conter o nome Pietro (Pedro), dando margem assim ao inexorável cumprimento da profecia de São Malaquias em sua total extensão e consequências proféticas.

Isso mostra que não se pode driblar o que foi profetizado e é a prova mais contundente de que as profecias de São Malaquias acerca dos Papas não é uma fraude como muitos já disseram e como muitos estão a dizer depois da eleição do Papa Francisco, que supostamente, para os desatentos e descrentes, não se cumpriu devido ao Papa Francisco não se chamar Pedro ou Pedro II, sendo que agora, está mais do que provada a relação do nome verdadeiro de São Francisco de Assis, a saber, Giovanni Di Pietro, com a divisa latina de São Malaquias relacionada ao Papa Francisco.


28 de fevereiro de 2013: Sede Vacante!

13 de março de 2013: Habemos Papam!


O PAPA FRANCISCO É PETRUS !
MAS, PORQUÊ "ROMANUS" ?

Como já sabemos, tanto o termo "Romano" (Romanus) quanto o nome próprio "Pedro" (Petrus) tem haver com o "Papa Francisco" e seu nome papal, escolhido para homenagear "São Francisco de Assis", um santo italiano da idade média, que viveu na cidade de Assis, na época em que a Itália, fazia parte do então, antigo Sacro Império Romano-Germânico, fundado pelo imperador Carlos Magno.

A Profecia, que estava por ser cumprida e a sorte do novo Papa, oficialmente estava por ser lançada com a renúncia do Papa Bento 16 em 28 de fevereiro de 2013.

Petrus Romanus et Franciscum PP. (em homenagem à São Francisco de Assis, cujo nome era Giovanni Di "Pietro" (Pedro ou Petrus) di Bernardone), cidadão Romano (Romanus) do Sacro Império Romano-Germânico

Sacro Império Romano-Germânico

De 962 à 1806

São Francisco também podia ser considerado Romano, já que nasceu na Itália, em 1182, na época em que o território italiano ainda fazia parte do Sacro Império Romano-Germânico.


As fronteiras do Sacro Império Romano-Germânico entre os anos de 962 à 1806, sobre as fronteiras da Europa moderna foram sucedidas por:

Reino da Germânia

Reino Itálico

Antiga Confederação Helvética
República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos

Confederação do Reno
Império Austríaco
Primeiro Império Francês

Reino da Prússia

O Sacro Império Romano-Germânico (em latim Sacrum Romanum Imperium) foi a união de territórios da Europa Central durante a Idade Média, durante toda a Idade Moderna e o início da Idade Contemporânea, sob a autoridade do Sacro Imperador Romano.

Embora Carlos Magno seja considerado o primeiro Sacro Imperador Romano, coroado em 25 de dezembro de 800, a linha contínua de imperadores começou apenas com Oto, o Grande em 962. O último imperador foi Francisco II, que abdicou e dissolveu o império em 1806 durante as Guerras Napoleônicas. A partir do século XV, este Estado era conhecido oficialmente como o Sacro Império Romano da Nação Germânica.

A extensão territorial do império variou durante sua história, mas no seu ápice englobou os territórios dos modernos Estados da Alemanha, Áustria, Suíça, Liechtenstein, Luxemburgo, República Tcheca, Eslovênia, Bélgica, Países Baixos e grande parte da Polônia, França e Itália.

Nota de O profeta Mundial: Portanto, em pertencendo a Itália, ao Sacro Império Romano-Germânico, na época em que nasceu e viveu São Francisco de Assis, este Santo Italiano, cujo nome verdadeiro era "Giovanni di "Pietro" (Pedro ou Petrus) di Bernardone, era considerado "Romano" (Romanus), ou simplesmente, "Petrus Romanus". Isso explica o fato de o atual Papa Francisco estar relacionado ao epíteto latino "Petrus Romanus", relacionado à última profecia de São Malaquias referente ao último Papa de sua lista profética, que é como ele mesmo disse, o último Pontífice de Deus verdadeiro que guiará suas ovelhas (fiéis) em meio a muitas tribulações, depois das quais, a cidade das sete colinas (Roma) será destruída, quando o povo será submetido ao julgamento de Deus, depois do que, virá "o Fim".

As profecias mostram que o líder dos Jesuítas (ordem a qual Jorge Mário Bergoglio; O Papa Francisco; pertence), é justamente chamado de o "Papa negro", devido à sua batina negra, e isso parece ser mais uma referência ao último papa, que na verdade será não um Papa, mas um Antipapa, que subiria ao Trono de São Pedro no Fim dos Tempos, segundo Nostradamus, depois dos pontificados dos dois últimos atuais Papas, Bento XVI e Francisco.


O Brasão de Bento XVI mostra intrinsicamente a figura de:

- Um papa (Antipapa) negro (não de raça negra, mas, figuradamente negro)

- Um papa (Antipapa) com o símbolo de um Urso (símbolo da Rússia)

- Um Papa Universal (simbolizado pela VIEIRA, que é o "sinal da glória" de ISRAEL - a Oliveira santa que domará a Oliveira brava), (conforme nos disse Paulo em Romanos cap. 11: 17).

Na história da Igreja Católica Romana nunca foi eleito um Papa Jesuíta. O nome papal Francisco, adotado pelo Cardeal argentino Jorge Mário Bergoglio também é inédito.

Francisco; mais conhecido como São Francisco de Assis; era o pseudônimo de Giovanni Pietro (Pedro) em italiano) ou Petrus em latim) di Bernadone, nascido na Itália na época do antigo Império Romano, e portanto, considerado também um cidadão Romano (Romanus em latim), pois, São Francisco de Assis (Giovanni di Pietro di Bernardone) nasceu, viveu e morreu sob o domínio; não do antigo Império Romano do Ocidente nem do Oriente; mas, do Sacro Império Romano-Germânico que dominou a Itália e grande parte da Europa Central entre os anos de 962 à 1806 d.C.

São Malaquias, então, claramente, usou o epíteto latino "Petrus Romanus", como um simbolismo para "Francisco de Assis", ou seja, Giovanni di (Pietro) di Bernardone, que para todos os efeitos era considerado um cidadão Romano do antigo Sacro Império Romano-Germânico, para indicar o futuro Papa Francisco.

Malaquias (Malachie O’Morgan) foi um sacerdote católico nascido em Armagh na Irlanda, em 1094 e falecido em 1148.

Após visitar Roma pela primeira vez, aos 45 anos, em 1139, o então, Malaquias, Bispo de Armagh, Irlanda, afirmou ter recebido uma série de visões referentes ao futuro da Igreja e de todos os papas restantes desde então. Em menos de um ano ele redigiu 112 breves descrições (lemas ou divisas em latim) sobre cada papa que se sucederiam desde o ano de 1143 e que mostravam a evolução do Catolicismo até a destruição da Igreja.

São Malaquias, como ficou conhecido, entregou esses escritos ao papa Inocente II, que assustado com o que leu, mandou escondê-las.

Durante 400 anos essas profecias ficaram escondidas no Vaticano em Roma. Redescobertas no século XVI, foram publicadas pelo monge Arnold de Wion. Com o passar dos anos, muitas delas mostraram ser previsões precisas sobre o papado.

Há a possibilidade de que os cardeais tenham elegido um papa, de forma que a profecia de São Malaquias não se confirmasse, dado a grande veiculação e massificação da profecia nos meios de comunicação de todo o mundo, a qual tomou uma mega-proporção como nunca antes visto. Se isso for verdade, parece que não deu certo, pois, conforme outro vaticínio do Monge de Pádua, que previu que o Papa Francisco viria de uma terra distante, se confirmou, pois, o Papa Francisco veio da Argentina, um país muito distante de Roma e do Vaticano, localizado no extremo sul da América do Sul, e que o próprio Papa sem se ater ao que disse, falou: ..."Os meus amigos Cardeais, foram buscar um Papa quase no Fim do Mundo".

A continuação da profecia do Monge de Pádua também diz que, o Papa Francisco, ao chegar a Roma como Papa, encontrará "Tribulação" e "Morte".

As vestes do líder dos Jesuítas era Negra, e por isso os Jesuítas vestem Negro. O Papa Francisco é o primeiro Jesuíta a ser eleito para o Trono de São Pedro. Parece que o Cardeal Bergoglio, estava incomodado em usar branco, pois, suas vestes, como Jesuíta, sempre foram pretas.

O CONCLAVE (COM CHAVE) - A VOTAÇÃO OCULTA E ELEIÇÃO SECRETA DE UM PAPA

Tudo o que vem de Êxtase, Ocultismo, portas fechadas, tudo as escondidas, (como no caso do "Conclave" ou "Com Chave") são coisas malignas, e pertencem a Satanás, não poque é oculta, mas é porque satanás, só pelo fato de que no seu coração sentiu-se mais poderoso que Deus, perdeu sua beleza e poder, porque vinha de Deus. Deus não escondeu nada de ninguém, os homens é que gostam de fazer um verdadeiro ar de sinistrorsidade nas coisas que fazem, para que as pessoas não sejam surpreendidas por seus conchavos políticos. Para saber melhor, procure a saber de um padre ou uma freira, o que é a "Advênite".

Para quem não sabe, "Advênite": é um convênio que existe na Alemanha, do governo alemão com a igreja católica romana, feito com uma fortuna em dinheiro, e que o governo alemão fez com o Vaticano, às custas do Vaticano não interferir na primeira nem na segunda guerra mundial, pois, foi graças a este mesmo acordo, que o governo da Itália permitiu que se fizesse da Igreja Católica um outro País independente e soberano dentro de Roma e da Itália, nascendo assim, o Estado do Vaticano em 11 de fevereiro de 1929 num tratado assinado entre o então Papa Pio XI e o ditador fascista italiano Benito Mussolini, aliado de Hitler na segunda guerra mundial, cujo intuito era de dominar o mundo e de exterminar todos os judeus da face da Terra.

Fonte: A História da Igreja, a II Guerra Mundial e o Estado Pontifício

São Malaquias escrevia subliminarmente, usando metáforas e alegorias em latim. Portanto, acreditar que ele colocaria o nome de todos os 112 Papas; incluindo o nome papal do Papa Francisco; escrito exatamente assim, com todas as letras, é uma grande burrice !!!

O nome do último Papa jamais poderia ser "Pedro", pois vai contra todos os protocolos papais e suas tradições, pois, nunca houve um Papa chamado Pedro e nem nunca haverá, pois é tradicionalmente considerado sacrilégio ou uma grande heresia utilizar o "sagrado" nome do suposto fundador da Igreja de São Pedro, o que por si só, já nos mostra que o epíteto "Petrus Romanus" não é uma mensagem direta, e sim um código para ser decifrado, que agora começa a fazer algum sentido com a eleição do Papa Francisco.

Francisco, o nome papal adotado pelo sucessor de Bento XVI, estabelece uma espécie de "Link" com a profecia de São Malaquias acerca do último Papa, pois, o nome de batismo de Francisco, nascido em Assis na Itália, era na verdade Giovanni di "Pietro" (Pedro em italiano) di Bernardone.

Naquela época, a cidade de Assis, como já vimos, era uma cidade italiana pertencente ao Sacro Império Romano-Germânico. Daí São Malaquias ter colocado na extensa frase em latim dedicada ao Papa Francisco, o lema latino "Petrus Romanus".

Profecias são enigmas criptografados, dados para serem decifrados, uns mais fáceis e outros mais difíceis de serem descriptografados. Não existem profecias de profetas sérios que não possam ser cumpridas, apenas existem profecias mal interpretadas, que com o tempo, devido a realização de certos fatos ou acontecimentos, tornam-se mais claras e objetivas.


A Conspiração Jesuíta

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A conspiração jesuíta refere-se a uma teoria conspiratória sobre os padres da Companhia de Jesus (Jesuítas), da Igreja Católica Romana, tal como referido por muitos teóricos conspiração.

Os primeiros registros de conspirações anti-jesuíticas são encontrados na Monita Secreta, no início século XVII. Documentos fictícios alegavam que os Jesuítas estavam tentando ganhar riqueza por meios ilícitos. Anteriormente, as suspeitas vinham dos quadros da própria Inquisição espanhola, que consideravam que os jesuítas eram demasiados secretistas.

A Reforma Protestante, e sobretudo a Reforma Inglesa, trouxe novas suspeitas contra os jesuítas que foram acusados de "infiltração" política dos reinos e igrejas protestantes. Na Inglaterra, foi proibido de pertencer aos jesuítas, sob graves sanções, incluindo a pena de morte. O Jesuitismo foi um termo cunhado pelos seus adversários para as práticas dos jesuítas a serviço da Contra-Reforma.

O desenvolvimento do jansenismo na França no século XVIII levou a rivalidades internas na igreja entre jesuítas e os jansenistas e, embora os jesuítas pró-papais, em última instância, prevaleceram, custou-lhes caro no que diz respeito à sua reputação na Igreja Galicana largamente influenciada pela Igreja francesa.

Muitas conspirações anti-jesuíticas emergiram no século XVIII, com o Iluminismo, como parte de uma suposta rivalidade secular entre a Maçonaria e a Companhia de Jesus. Os ataques dos intelectuais aos Jesuítas foram vistos como uma contraprova eficiente para o movimento de anti-maçonaria promovido por conservadores, e este padrão ideológico de conspiração persistiu até o século XIX como um importante componente do anti-clericalismo francês. Foi, no entanto, confinado às elites políticas, até a década de 1840, quando entrou no imaginário popular através dos escritos dos historiadores Jules Michelet e Edgar Quinet do Collége de France, que declarou "la guerre aux jesuites", e o romancista Eugéne Sue, que em seu best-seller Le Juif errant, retrata os jesuítas como uma "sociedade secreta inclinada a dominar o mundo por todos os meios disponíveis". A heroína de Sue, Adrienne de Cardoville, afirma que ela não podia pensar nos jesuítas "sem idéias de escuridão, de veneno e de desagradáveis répteis negros sendo involuntariamente suscitado em mim".

Teorias de conspiração de épocas anteriores frequentemente incidiram sobre a personalidade de Adam Weishaupt, um professor de direito que foi educado em uma escola jesuíta e criou a Ordem Illuminati Bávara. Weishaupt era acusado de ser o líder secreto da Nova Ordem Mundial, e mesmo de ser o próprio demônio. Augustin Barruel, um ex-jesuíta, escreveu longamente sobre Weishaupt, alegando que estes Illuminatis tinham sido os promotores secretos da Revolução Francesa.

O anti-jesuitismo desempenhou um papel importante no Kulturkampf, culminando com a Lei dos Jesuítas de 1872, aprovada por Otto von Bismarck, que exigia que os jesuítas dissolvessem suas casas na Alemanha, proibiu os membros de exercer a maioria de suas funções religiosas, e permitiu às autoridades negar a residência aos membros específicos da ordem. Algumas das disposições da lei foram removidas em 1904, mas só foi revogada em 1917.

Na década de 1930, as teorias conspiratórias jesuítas foram utilizadas pelo regime nazista com o objetivo de reduzir a influência dos jesuítas, que tinham escolas secundárias e eram engajados no trabalho com jovens. Um panfleto de propaganda "O jesuíta: o obscurantista sem pátria" por Hubert Hermanns, advertiu contra o "poder negro" dos jesuítas e suas intenções "misteriosas". Declarados "vermes públicos" [Volksschädlinge] pelos nazistas, os jesuítas foram perseguidos, internados e, às vezes assassinados.

Na China e no Japão, os Jesuítas foram acusados por vários imperadores de jogar política imperial e tribais, e o seu envolvimento no caso dos ritos chineses, em última análise, a Empresa foi obrigada a reduzir as suas atividades no Extremo Oriente.

Outras conspirações e críticas iram assinalar o papel preponderante dos jesuítas na colonização do Novo Mundo, e mencionarão controvérsias relacionadas com o tratamento dos povos indígenas, alegando que os jesuítas involuntariamente podem ter contribuído para a assimilação dessas nações indígenas.

Na década de 1980, reivindica-se que líderes radicais jesuítas conduziam movimentos revolucionários na América Latina que levou a suspeita generalizada contra a Companhia pela ala direita dos governos latino-americanos, e também uma repressão gerada da Teologia da Libertação pelo Santo Ofício.

Uma notável fonte de conspirações modernas sobre o assunto está na matéria Vatican Assassins de Eric John Phelps, que afirma que o Superior Geral da Companhia de Jesus, ou Papa Negro, é responsável por várias intrigas na política externa dos EUA.

Cultura popular

A conspiração jesuíta faz parte do enredo do romance de Umberto Eco, O Cemitério de Praga.

No romance de Eugène Sue, Le Juif errant, os jesuítas são retratados como uma sociedade secreta dedicada a dominação do mundo por qualquer meio possível.

http://pt.wikipedia.org/wiki/


...De uma terra distante

O Cardeal Bergoglio vem de uma terra distante da Itália e do próprio Vaticano em Roma. Ele é o primeiro Papa das Américas e o primeiro Papa não europeu desde 731.

Vir de uma terra distante, então, é algo que o caracteriza, confirmando um antigo vaticínio do Monge de Pádua; contemporâneo de São Malaquias; que profetizou sobre o Papa Francisco: "Ele virá de uma terra distante para encontrar tribulação e morte".

Segundo o próprio Cardeal Bergoglio, como que profetizando o seu próprio destino, na sua primeira aparição pública como Papa na sacada da Basílica Vaticana, disse “Os meus amigos Cardeais, foram buscar um Papa quase no fim do mundo.”

O Papa “negro”, está mais do que relacionado com a cor de pele, e diz respeito a uma ordem negra, ligada ao ocultismo, ao maligno em pessoa, ao satanismo.

O Cardeal Bergoglio, por sinal, é o primeiro Papa jesuíta eleito da história da Igreja. É fato escrito e comprovado que os jesuítas cometeram algumas das maiores atrocidades da história, como o extermínio de protestantes e carnificinas em civilizações colonizadas.

É, nesse ponto de vista, da existência de uma ordem negra e mais do que isso, é o fato de o líder máximo dos jesuítas, ser chamado de "Papa Negro" (Black Pope) por usar uma batina de cor preta. Considerando-se que, o líder dos jesuítas tem autoridade sobre os demais, a igreja poderia acabar sendo governada pelo Papa Negro ocultamente ou futuramente, sem necessariamente, esse Papa negro, ser o atual papa Francisco.

Então as profecias estavam certas?

Sim!, Mas, alguns podem argumentar que tudo não passa de meras coincidências. Mas, mesmo assim, ninguém pode em sã consciência, afirmar que todas as profecias estavam erradas.

O novo Papa é um argentino, e não um francês com previu Nostradamus, pois, o Papa francês de Nostradamus será na verdade um Antipapa e um príncipe francês que se tornará Rei de um vasto império mundial similar ao antigo império romano que será restaurado na Europa, como preveem inúmeras profecias, Novo Império Romano esse, que virá depois de uma grande revolução ou guerra civil e depois de uma guerra devastadora que atingirá em cheio a Itália e a França, com consequências nefastas para O Vaticano, para a Igreja Católica Romana e para o Papado de Francisco e Bento XVI, que aliás, está vivo e ainda pode ser considerado como um Papa legítimo dentro do Vaticano, onde pretende fixar residência até o fim da vida.

Francisco!

Enfim, um papa “negro”!?

Nota de O Profeta Mundial: CREIO QUE NÃO !

13/03/2013

As expectativas não se cumpriram, com exceção, talvez, de uma delas: a Igreja Católica achou que era chegada a hora de ter um papa não europeu. E foi buscar o jesuíta Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, que figurava, sim, na lista dos papáveis, mas estava longe de ser considerado um favorito. O curioso é que ele era tido como um nome forte no conclave de 2005, justamente o que escolheu Bento XVI, a quem agora sucede (ou melhor, dá continuação ao Papado de Bento XVI).

É claro que é relevante o fato de o Cardeal Bergoglio ser o primeiro Papa do continente americano, particularmente do subcontinente latino-americano. Mas, na Igreja, geografia diz menos do que algumas escolhas teológicas e intelectuais. O papa Francisco é um jesuíta, o primeiro da história da Igreja. E isso, sim, é coisa relevante.

Santo Inácio de Loyola fundou a Companhia de Jesus (Ordem dos Jesuítas) em 1534. Só… 479 anos depois, um seu sacerdote chega ao topo da Igreja. Isso não acontece por acaso. Ao longo da história, a Companhia de Jesus se viu no centro das mais estrambóticas teorias conspiratórias. O Superior Geral da Ordem dos Jesuítas tem tal poder sobre seus comandados que é chamado “Papa Negro”, numa alusão à batina preta. Também ele exerce cargo vitalício, a exemplo do papa. O atual Superior Geral é o padre espanhol Adolfo Nicolás. Vamos ver:

Em vários momentos ao longo desses quase 500 anos, por que a Companhia de Jesus entrou em confronto com o Vaticano, com a hierarquia católica e com outras ordens religiosas? Um jogo de palavras do mais famoso jesuíta que pregou no Brasil (e um dos maiores de todos os tempos), Padre Vieira, ilustra o confronto de fundo e pode iluminar a escolha do papa Francisco.

No “Sermão da Sexagésima”, Vieira faz uma distinção entre os “pregadores do paço” e os “pregadores do passo”. “Paço”, como sabe o leitor, quer dizer “palácio”. Vieira, portanto, diferencia o pregador palaciano, o que fica preso a seu conforto, daquele outro, como os jesuítas, que saíam pelo mundo pregando a palavra de Deus.

Nesse famoso sermão — e não se esqueçam de que o próprio Vieira foi vítima do tribunal da Inquisição —, o padre faz uma indagação com três hipóteses. Pergunta ele por que fazia tão pouco fruto a palavra de Deus na Terra (e olhem que estava na segunda metade do século XVII…). Poderia ser, especula, por um desses três fatores: ou por culpa do povo, ou por culpa da Palavra de Deus, ou por culpa dos pregadores. Depois de um belíssima exposição sobre a inocência do povo e da Palavra, ele conclui: “Sabeis, cristãos, por que não faz fruto a palavra de Deus? Por culpa dos pregadores. Sabeis, pregadores, por que não faz fruto a palavra de Deus? Por culpa nossa!”.

A escolha de um jesuíta para Sumo Pontífice indica que a Igreja pretende, sim, ser menos palaciana e mais missionária; menos apegada às pompas e honrarias e mais voltada ao trabalho junto ao povo. Os jesuítas são a ordem dos “sacerdotes do passo”.

Mas atenção!, Não se deve confundir essa vocação com qualquer tergiversação ou fraqueza em matéria de doutrina. Isso vale para os jesuítas de maneira geral e para o agora papa Francisco em particular. Ao contrário: jesuítas são, por natureza, disciplinados e disciplinadores. A Companhia de Jesus foi originalmente fundada em moldes quase militares.

Não há como ignorar que, num momento de crise da cúpula, em que se fala de uma Cúria dividida em grupos, a escolha de um jesuíta, conhecido por seus hábitos simples, austeros, é, em certa medida, “anticurial”. A Igreja escolhe o representante de uma ordem profundamente comprometida com o trabalho missionário e educacional, mas famosa por seu pego férreo à doutrina.

Mais um Papado breve

Há outros sinais que não podem ser ignorados. O papa Francisco já tem 76 anos. Ao contrário do que se esperava, não se escolheu um “papa jovem”. É bem provável que a Igreja tenha decidido encurtar os papados. Como não pode definir um tempo de mandato, escolheu como variável de ajuste o idade do indicado. Muito dificilmente o pontificado de Francisco durará 27 anos, como o de João Paulo II, que, aos 76 anos, idade do atual Sumo Pontífice, comandava a Igreja havia já 18 anos — assumiu o comando aos 58 anos.

Os jesuítas são os mais importantes educadores da Igreja Católica. Chegaram a ser acusados, em vários momentos da história, de ser mais apegados à lógica do que a mística do Cristo Salvador. No mais das vezes, o que se apresentava como conflito religioso era só mais um dos confrontos mundanos.

Esse preconceito, como qualquer outro, se assentava numa falsidade de base verossímil: a Companhia de Jesus nunca abriu mão de suas prioridades em benefício dos interesses nem sempre muito pios da Igreja Católica.
 No Brasil, por exemplo, os jesuítas entraram em conflito com os colonizadores e com a Coroa portuguesa. Em 1759, o Marquês de Pombal os expulsa do país, havia perto de 700 no país, e confisca os bens da ordem. Foram levados de navio a Portugal e presos.

Francisco agora é papa e tem autoridade sobre toda a Igreja. Mas segue sendo um jesuíta.
"Que o disciplinador do passo imponha ordem às disputas do paço".

Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/
francisco-enfim-um-papa-negro/


E o Novo Papa Não é Pedro Romano....
NOTA DE O PROFETA MUNDIAL: Será que não ?

13/03/2013

Muito se especulou nos últimos dias, desde a renúncia do atual Papa Emérito Bento XVI, sobre quem seria o futuro Papa. Na mídia, os favoritos surgiram entre os nomes que estavam sintonizados com as profecias, sobretudo as de São Malaquias, sobre um Papa que seria conhecido como Pedro Romano.

Três dos considerados favoritos à eleição, tinham Pedro em seu nome: Odilo Pedro Scherer, Peter Turkson e Peter Erdo, sem falar no camerlengo Tarcisio Pietro Bertone.

A força de Bertone prevaleceu. O novo Papa, Jorge Mario Bergoglio havia ficado em segundo na eleição de Bento XVI, o agora Papa Emérito que sofreu forte oposição do Cardeal Bertone, sobretudo nos últimos meses do seu pontificado.

O chefão do Vaticano é na verdade, o Cardeal Tarciso Bertone que lidera a ala conservadora da Cúria Romana.

Dia 13 de Março pela manhã, após as primeiras duas votações, tudo ficou muito claro e postei o seguinte texto no facebook, horas antes da eleição do papa:

"O Novo Papa deve ser eleito hoje. Hoje é dia do arcano 13, dia 13 de um ano 13. Provavelmente o Papa será escolhido hoje".

O texto pode ser visto na fan page e os comentários atestam que foi feito quase 8 horas antes da escolha do novo papa. Inclusive pela manhã vi que o horário astrológico mais provável seria as 19 horas do Vaticano pela conjuntura astrológica e o Papa foi eleito as 19h e 07 minutos. Hoje ficou tudo muito claro, a Igreja pela sua sobrevivência, tentou matar a profecia, mudar a história do seu futuro vista séculos atrás por São Malaquias, que acertara todos os Papas até o dia de hoje e teria acertado novamente, caso a Igreja não tentasse mudar o jogo no minuto final, no que seria o último Papa profetizado antes do seu fim, também profetizado.

Bento XVI renunciou oficialmente no último dia de fevereiro de 2013, último dia do calendário anual maçônico, a partir do dia primeiro de março, 1/3 pelo calendário e ano novo maçônico a Igreja ficou sem Papa. Após 13 dias o Papa é eleito, em um dia 13, de um ano 13 em um dia de arcano 13 (1+3+0+3+2+0+1+3 = 13).

Se fosse um único 13 nesse evento poderia se levar em conta a coincidência, mas cinco vezes o número 13 no mesmo evento, o arcano que representa a Morte, a ampla mudança, realmente é porque tudo foi programado. A mídia apontava os Papas favoritos sintonizados com a profecia de São Malaquias, a vinda iminente do último Papa, o prenúncio histórico do fim e numa cartada desesperada, a luta para salvar a Igreja e mudar a história e literalmente matar a profecia e mudar a história, colocando cinco vezes o 13 no mesmo evento.

A eleição de Jorge Mario Bergoglio e a escolha de seu nome papal como Francisco, parece, a princípio, nada ter haver com a profecia de São Malaquias ou com a profecia do Apocalipse capítulo 17, que aponta o último Papa como sendo o sétimo Rei, pois, essas são as duas profecias mais conhecidas de toda a mídia e obviamente dos próprios cardeais. Foi eleito aquele que já deveria ter sido eleito quando do conclave que elegeu Bento XVI, pois, o cardeal argentino havia recebido naquela ocasião, o segundo maior número de votos.

NOTA DE O PROFETA MUNDIAL:

Na profecia do cap. 17 do Apocalipse, o anjo diz a João que: "há também sete reis ( Sete Papas desde 11 de fevereiro de 1929), dos quais cinco já caíram (de Pio XI à João Paulo I). Um existe (que foi João Paulo II, pois, a visão foi dada à época desse Papa, isto é em 2005, quando ele morreu e foi eleito Bento XVI em abril do mesmo ano), e o outro ainda não veio (o sétimo, que é o próprio Bento XVI), que deveria durar pouco tempo (e assim o foi, pois, Bento XVI não chegou a completar nem 8 anos no Papado).

Quando a profecia do cap. 17 do Apocalipse fala do oitavo rei e diz que esse oitavo rei procede dos sete, diz também que esse oitavo rei é ele próprio a Besta cor de escarlata que foi, mas já não é, mas que virá. A interpretação dessa passagem é a seguinte:

O sétimo rei é o Papa Bento XVI, o qual não podem os nos esquecer que não cumpriu seu mandato até o fim, isto é, até a morte, porque Bento XVI não morreu, está bem vivo, pois, renunciou ao Papado por pressão, mêdo e covardia. Mas a missão de Bento XVI ainda não terminou, está por se cumprir ainda, e justamente por ele não ter morrido ainda, ele ainda pode ser considerado o Papa legítimo. Bento XVI é o sétimo e também o último Papa, porque o Papa Francisco é apenas uma continuação ou extensão do Papado de Bento XVI (uma continuação ou simples extensão do sétimo rei ou Papa) que está vivo, porque o oitavo rei não será um Papa, mas, um Antipapa que ainda virá após a morte tanto de Bento XVI (O Bispo de Branco da profecia de Fátima), quanto depois da morte de Francisco que não é o oitavo rei ou Papa, mas, sim a extensão do Papado de Bento XVI. Lembre-se que a profecia de Apocalipse diz que esse oitavo Rei, quando ele vier, foi (no sentido de não ser mais, o Papado e o Papa), mas, já não é (mais o Papado seu Papa), porque o oitavo (assim descrito apenas porque procede ou virá após o sétimo), é ele próprio a a Besta Cor de Escarlata ou Besta encarnada e vestida toda de Escarlata -ou Vermelho Sangue (e não de Branco como todos os Papas), porque esse oitavo rei, que não será Papa, mas, um Antipapa, será ele o Falso Profeta da Besta profetizado no cap. 13 do Apocalipse e O Anticristo em Pessoa, do qual nos falou Paulo em II Tessalonicenses cap. 2).

Nostradamus profetizou a vinda de um papa negro. O líder dos jesuítas é conhecido como o papa negro, em virtude das vestes negras que usam os Jesuítas, e o papa eleito Francisco é da ordem dos Jesuítas, entretanto nessa profecia, Nostradamus não fala que o Papa negro seria o último papa do Vaticano e da Igreja Católica.

Nota de O profeta Mundial: Na verdade o "papa negro" a que se referiu Nostradamus, não é um papa de cor negra, mas, sim um papa do lado negro ou lado ocultista da religião, um satanista, O Anticristo em pessoa, e não exatamente um papa, mas, sim um futuro Antipapa que se oporá ao atual Papa Francisco e o matará.

Read more: http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/



Profecia de 2006 cumprida !

Cisma à Vista

América Latina no poder do Papado

Rumo a Teologia da Libertação

by Fim dos Tempos.Net

14 março, 2013

PS: A América Latina é onde a Teologia da Libertação impera. Agora o papado já tem o seu representante. Na época, Nossa Senhora falava que, de 100 cardeais, nem 20 ouviam o que Bento XVI falava.

Mensagem de Jesus dada à Cláudio Heckert

Porto Belo, SC, 01 de Novembro de 2006

Capela do Pequeno Cenáculo Maria Rosa Mística


HOMEM NA IGREJA

Filho: precisas rezar muito pela Santa Igreja!, Em toda parte há descontentamentos e divisões. O Santo Padre precisa de ajuda e de orações: seus amigos são poucos; seus seguidores são poucos!

Na verdade, não há 20 dentre 100, que se esforçam em seguir fielmente sua doutrina! Nestes, são inclusos sacerdotes, religiosos, leigos… Enfim entre todas as classes. Torna-se então difícil governar uma Igreja assim, sem muitos colaboradores…

O risco maior da Santa Igreja é a aproximação sempre maior com o mundo de Cezar: o mundo do poder, da glória… O mundo humano! E quanto mais amizades aí forem feitas, mais a Igreja deixará de lado sua verdadeira missão: “Dar a Deus o que é de Deus!”

O Santo Padre recebe informações de seus delegados e assessores, de todas as partes do mundo, e cada qual leva a ele, sua opinião própria, e suas consequentes sugestões… E a maioria, sugestões humanas! Na verdade, quase todas humanas. E corre risco de cair em contradição! E cairá!

Dario não teve mais forças… Mas é Santo! (Referencia ao Cardeal Darío Castryllon Hoyos, que aos 77 de idade e já cansado, pediu ao Santo Padre o afastamento do importante cargo de Prefeito da Congregação para o Clero. Ele continuará apenas a frente do movimento que tenta barrar o cisma surgido com o Concílio Vaticano II, especialmente em relação à volta da Missa em latim).

Cláudio tem força! E é humano! (Referencia ao Cardeal Dom Cláudio Hummes, que por indicação política e de interesses da América Latina – leia-se teologia da libertação – assume o cargo – como se vê – não pela vontade do Santo Padre, nem com a força do Espírito Santo. O Papa é calado a força nestes casos, e existem dezenas de cargos assim ocupados. Politicamente!).

Portanto, a Santa Igreja corre risco! Interesses públicos da América influenciaram na tomada do poder para a Prefeitura do Clero, e assim a Igreja Latino Americana chegará mais perto do poder político, como também este, terá mais força no poder da Igreja!

Um “santo” tentará conciliar o cisma ocorrido, enquanto um “homem” tentará levar a Igreja a um cisma ainda maior!

Para os políticos é importante esta “agregação” da Igreja, até porque seus planos visam a marginalização da Igreja!

O Papa precisa de orações!

O Santo que morreu perdera a fala (Referencia ao Papa João Paulo II);

O Santo de hoje, não pode falar! (Referencia ao Papa Bento XVI).

Reza muito, filho! Reza muito: trata-se de tua Igreja… E de tua salvação!

Muitas coisas acontecerão ainda piores, e deves ficar sempre atento: cada vez mais o inimigo tomará partes da Igreja!

Alerta! Amém!

Eu te abençoo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

“Jesus!”


"O GRANDE CISMA"


O PAPA BENTO XVI NÃO MORREU!, ESTÁ VIVO!, E SENDO ASSIM, ELE CONTINUA SENDO UM PAPA LEGÍTIMO!

"Haverá um Grande Cisma na Igreja Católica e dois Papas:

"Um Papa legítimo e Verdadeiro (O atual Papa Francisco) e um Herético e Falso Papa (O Antipapa que surgirá ainda no pontificado do Papa Francisco e se oporá a ele)."

"Um vestirá branco (o Papa Francisco) e o outro vestirá vermelho (O Antipapa) !"


É CERTO; SEGUNDO AS PROFECIAS; QUE SE PRODUZIRÁ UM GRANDE "CISMA" NA IGREJA, APÓS O CONCLAVE 2013 !


UM PAPA É FERIDO E OUTRO MORTO NO SONHO DE DOM BOSCO:

"Eis que o Papa, ferido gravemente, cai. Os que estão junto a ele correm a ajudá-lo e o levantam, mas o Papa é ferido pela segunda vez, cai de novo e morre."

É de se supor que o Papa ferido gravemente, que cai, é socorrido com rapidez e se levanta, foi o Papa João Paulo II, no grave atentado que sofreu em 1981 em plena praça de São Pedro em Roma. Deduz-se também que, o Papa que será ferido pela segunda vez, seja o Papa Emérito Bento XVI, que cairá ferido e morrerá.

Mas, a profecia de Dom Bosco também pode estar se referindo ao sucessor de do Papa Bento XVI.


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