coexistir como entidades distintas num mesmo espaço.
Quando morremos, abandonamos o corpo físico e, novamente, nos transferimos,
por algum tempo, para uma nova concha exterior: o corpo etérico.
Da mesma maneira que uma onda de rádio é "inaudível" a um rádio que não
está sintonizado naquela determinada estação, ao morrermos, passamos a
existir de forma muito mais sutil e vibramos numa frequência tão rápida que
nosso novo corpo torna-se invisível à maioria das pessoas não-clarividentes.
Psicografado por Divaldo Pereira Franco

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