Rituais e Ocultismo

terça-feira, 7 de junho de 2016

Joanna de Ângelis - O Corpo Etérico




Desde que mantenham suas frequências próprias, também esses corpos podem
coexistir como entidades distintas num mesmo espaço.

Quando morremos, abandonamos o corpo físico e, novamente, nos transferimos,
por algum tempo, para uma nova concha exterior: o corpo etérico.

Da mesma maneira que uma onda de rádio é "inaudível" a um rádio que não
está sintonizado naquela determinada estação, ao morrermos, passamos a 
existir de forma muito mais sutil e vibramos numa frequência tão rápida que
nosso novo corpo torna-se invisível à maioria das pessoas não-clarividentes.


Psicografado por Divaldo Pereira Franco


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